Digital clock

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Não é 8193.98 km que me vai separar de você.

Amanhã pode ser tarde demais, tarde demais para pedir desculpas, tarde demais para tentar, tarde demais para acreditar.

Assim que eu acordo, você vem nos meus pensamentos antes mesmo de eu abrir meus olhos.

Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.

Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. (…) Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: (…) a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.

O riso é eterno. A imaginação não tem idade. E os sonhos são pra sempre.



As loucuras de hoje podem se tornar as melhores lembranças de amanhã.




Não importa o que seu amigo seja, ele sempre vai ser feliz perto de você.





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  “Preciso de um motivo pra sonhar, o que eu tinha antes só gera pesadelos.


O ANO ESTÁ ACABANDO E NADA DE BOM ACONTECEU? O QUE TE FAZ PENSAR QUE DEZEMBRO SERÁ DIFERENTE?